China liberta nove membros da Igreja Zion; líderes seguem presos

China liberta nove membros da Igreja Zion; líderes seguem presos



Nove membros da Igreja Zion foram libertados na China após mais de oito meses detidos, em um desenvolvimento que traz alívio para a denominação, mas que ainda deixa seus líderes sob acusações mais graves. A liberação, informada pela própria igreja, ocorreu após o término do período máximo de detenção investigativa permitido pela lei chinesa, conforme comunicado divulgado na sexta-feira (19). Familiares e outros fiéis receberam os cristãos em Beihai, indicando que eles aparentavam estar em boa condição física e mental.

Este evento marca um capítulo na perseguição que a Igreja Zion, uma das maiores redes de igrejas domésticas do país, tem enfrentado desde seu fechamento oficial em 2018. Enquanto nove membros recuperam sua liberdade, a situação para os pastores e líderes da congregação permanece incerta e mais sombria, com alegações que podem resultar em sentenças severas.


Os nove cristãos que foram libertados são Sun Cong, Liu Jiang, Li Shengjuan, Wei Yunfei, An Mei, Zhan Ge, Hu Yanzi, Mei Liming e Zhu Mingli. Sua soltura é vista como um passo positivo por organizações que monitoram a liberdade religiosa na China, como a ChinaAid. Bob Fu, presidente da ChinaAid, expressou que a liberação é uma resposta às orações de muitos e um desenvolvimento bem-vindo para os fiéis que estiveram detidos injustamente por mais de oito meses.

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